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A mecanização dos canaviais evoluiu, mas ainda há muitos pontos a melhorar

08/02/2012

Já não é mais novidade que a mecanização a cada dia ganha mais espaço nos canaviais brasileiros e nem que as máquinas estão transformando a tradicional cultura canavieira. A introdução da máquina mudou o espaçamento da linha de cana, a visão dos técnicos sobre a palhada que fica no campo, as práticas de plantio, despertou a necessidade de qualificação profissional e até abriu espaço para as mulheres assumirem o volante dos caminhões e o joystick das colhedoras.

Muita coisa mudou nos canaviais desde que a família Ribeiro Pinto, na década de 1960, lançou em Ribeirão Preto, por meio de sua empresa a Santal Indústria de Máquinas e Equipamentos (recentemente adquirida pela AGCO), sua primeira colhedora de cana modelo 115. Na época, os produtores torceram o nariz para o lançamento da colhedora, a ideia de mecanizar o processo não era vista como necessária, afinal a mão de obra era abundante, as exigências ambientais eram bem mais brandas e as operações mecanizadas deixavam muito a desejar elevando o custo de produção.

Desde então, o cenário mudou completamente, a mão de obra tornou-se escassa, queimar cana virou crime e o processo manual sinônimo de redução de competitividade. Por outro lado, as máquinas melhoraram o desempenho e se tornaram não só um sonho de consumo, mas até mesmo condição primordial para a empresa se manter no negócio. Tanto que, até mesmo as unidades sucroenergéticas de Pernambuco buscam alternativas para mecanizar seus canaviais nas encostas.

Não há como negar que a mecanização na cultura canavieira evoluiu, mas o tema ainda gera muita polêmica, há quem diga que o corte mecanizado já está dominado e que, agora, a atenção deve ser dirigida ao plantio. Outros, porém, afirmam que ainda há muito que melhorar também no corte. Mas a maioria concorda que é preciso reduzir custos na lavoura e, para isso, desenvolver uma gestão eficiente da mecanização do processo produtivo da cana-de-açúcar é fundamental.

Para discutir esses diversos pontos de vista sobre a mecanização dos canaviais e, principalmente, apresentar soluções para aumentar a competitividade do negócio da cana-de-açúcar, o Grupo IDEA realiza nos dias 28 e 29 de março no Centro de Eventos Taiwan, em Ribeirão Preto, SP, o 14º Seminário de Mecanização e Produção de Cana-de-Açúcar.

Além do seminário que contará com profissionais especializados que abordarão temas como: a evolução dos equipamentos de plantio e colheita mecanizada; novo modelo de colhedora de cana para áreas com elevada declividade; gerenciamento de frota com utilização de novas tecnologias de comunicação; custos de manutenção de tratores, caminhões canavieiros e colhedoras;  simultaneamente ao 14º Seminário acontecerá a 3º Mostra de Máquinas e Equipamentos Canavieiros. É a oportunidade de ter acesso a informação de primeira e tecnologia de ponta, tudo no mesmo lugar.
Mais informações e inscrições no site: www.ideaonline.com.br
Telefone: (16) 3514 0631 | 3211 4770.  E-mail: eventos@ideaonline.com.br


Fonte: ideaonline.com.br

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