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A Evolução no manejo da broca

Postado em 1 de Outubro de 2020

A Broca da cana-de-açúcar é uma velha conhecida dos produtores, com ampla distribuição em diversas regiões do Brasil. Ela ganha grande importância econômica, pois seus danos causam impactos sobre a produtividade (t cana/ha) e também a qualidade da matéria-prima, causando reflexos financeiros inclusive nas indústrias, nas fábricas de açúcar e nas destilarias. Seu peso nos processos de produção de etanol e açúcar é tão significativo, que é a única praga acompanhada dentro dos boletins industriais.

Atualmente, seu manejo consiste em amplo e rigoroso manejo das áreas de produção, iniciando com o monitoramento e posteriormente com as medidas de controles químicos e biológicos adequados a cada situação de época e infestação da praga.

Neste contexto, existem várias opções de produtos comerciais que podem ser utilizados. Porém, os modos de ação existentes são poucos e este pode ser fator determinante para a sobrevivência do programa de manejo atual, pois como em qualquer outra cultura e segmento, existe o risco de estabelecimento de resistência da praga aos inseticidas.

Assim, visando a contribuição com a manutenção do programa de manejo, surge um novo produto para o controle da broca da cana-de-açúcar, possuindo dois ativos exclusivos (Metoxifenozida e Espinetoram), com novos modos de ação, que permitem trabalhar a rotação e consequentemente o programa de resistência de pragas aos inseticidas.

Ele atua na redução inicial da praga, tem rápida velocidade de ação sobre as lagartas e ação ovicida. Todos estes atributos, combinados com seu excelente residual, proporcionam um longo período de controle e permitindo uma ampla janela de proteção durante o período de formação e desenvolvimento de novos colmos. Além de todos esses benefícios, ele é indicado para adoção dentro do manejo integrado de pragas, em função de sua seletividade e também da possibilidade da rotação de ativos.

A escolha e uso desse novo produto, proporciona a manutenção da sanidade dos toletes, o que é importante não apenas para a os ganhos de produtividade agrícola, mas também na melhoria da qualidade da matéria-prima que a indústria estará recebendo e processando.

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Fonte: Corteva agriscience