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Agrícola Nova América adota agrossistema de produção de cana e grãos e turbina rentabilidade e produtividade das lavouras

Postado em 11 de Março de 2019

Gerir os recursos produtivos com conhecimento, ciência e tecnologia para melhorar a performance do agrossistema, trazendo sustentabilidade e rentabilidade ao negócio, é um dos focos da companhia

A Nova América é uma empresa agrícola por essência. Sua missão é alcançar alta performance e desenvolvimento sustentável na produção de cana-de-açúcar, fornecendo uma matéria-prima com qualidade e confiabilidade. O foco atual da companhia está no aperfeiçoamento de um conceito chamado de agrossistema de produção de cana e grãos, que consiste no plantio de milho e soja nas áreas de renovação de canaviais.

O diretor executivo da Nova América, Mário Donisete Chiarinelli, e a gerente de produção de grãos, Mayra Martins Teixeira, explicam que, com as recentes mudanças no sistema de cultivo da cana-de-açúcar - como o fim da queima prévia da palhada antes da colheita -, a interação entre a lavoura, o clima e o solo tem ganho relevada importância no segmento.  “Enquanto na sociedade civil existe o ecossistema, nós da Agrícola Nova América nos preocupamos com o agrossistema, formado pela inter-relação entre os três fatores.”

Segundo eles, ao rotacionar diversas culturas numa mesma área, o solo ganha uma sobrevida biológica, trazendo não somente benefícios agronômicos às culturas, mas como sustentabilidade e rentabilidade à produção agrícola como um todo. Nos dias 27 e 28 de março, os profissionais participarão do 21º Seminário de Mecanização e Produção de Cana para apresentar aos presentes os bons resultados que a companhia vem obtendo desde a adoção desse sistema produtivo. O evento é realizado anualmente pelo Grupo IDEA.

Chiarinelli conta que, anualmente, são plantados cerca de oito mil hectares (ha) de grãos em áreas de renovação de canaviais, que somam 95 mil ha entre as duas unidades da companhia, localizadas nos municípios de Tarumã/SP e Caarapó/MS. “Em 30% da área de reforma, fazemos a dobradinha Meiosi com MPB + soja. No restante, rotacionamos milho e soja da forma tradicional.” 

Entretanto, na Nova América não há pressa para voltar a cana-de-açúcar na área. Em 40% das áreas de reforma, a lavoura de grãos permanece por dois ciclos consecutivos até que os canaviais voltem a ser implantados no local. A gerente de produção de grãos, Mayra Martins Teixeira, explica que o objetivo é a estabilização do volume de cana-de-açúcar e da biologia do solo. 

Entre os benefícios decorrentes da adoção desse agrossistema de produção de cana e grãos, os profissionais da Nova América destacam o aumento da fixação biológica de nitrogênio, quebra do ciclo de pragas, doenças e plantas daninhas, melhoria das propriedades físico-químicas do solo e diminuição da erosão e insolação. Este último, em função principalmente do plantio direto sobre a palhada das culturas. 

Mário Chiarinelli e Mayra Martins Teixeira afirmam também que, nas áreas em que este agrossistema foi implantado, estão sendo registrados aumentos significativos das produtividades agrícolas. “Na cana-de-açúcar, por exemplo, os ganhos variam de 14% a 16%.”

De acordo com eles, a safra 2018/19 deve fechar com uma produtividade de 95 toneladas de cana por hectare (TCH) na média de 4,07 cortes. Para a soja, a expectativa é alcançar uma média de 70 sacos por hectare. “Com a consolidação do projeto, a expectativa para os próximos anos é chegar às 110 TCH na média das duas fazendas.” 

Para saber mais detalhes sobre o agrossistema de produção de cana e grãos da Nova América não perca o 21º Seminário de Mecanização e Produção de Cana. Conheça a programação completa do evento no site www.ideaonline.com.br. As inscrições poderão ser realizadas até 26 de março.

 

Serviço

21º Seminário de Mecanização e Produção de Cana

Data: 27 e 28 de março de 2019

Local: Centro de Eventos Taiwan de Ribeirão Preto/SP

Mais informações: (16) 3211-4770

CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER

 

 


Fonte: CanaOnline