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Ameaça de aumento de impostos de importação na China derrubam preços do açúcar

O preço do açúcar na bolsa de Nova York sofreu queda na sessão de ontem (24), após rumores de que a China poderá elevar o imposto cobrado sobre a importação da commodity. "Maior importador mundial, o país asiático estuda elevar o imposto, hoje em 50% sobre o valor da importação, para combater o contrabando do produto. No entanto, o mercado teme que a medida gere o efeito contrário, reduzindo a demanda internacional", informou análise do jornal Valor Econômico de hoje (25).
Segundo ainda o jornal, em fevereiro, a China já havia importado 182,534 mil toneladas de açúcar, um volume cerca de 70% superior ao registrado no mesmo período de 2016.
A tela maio/17 foi comercializada a 16,24 centavos de dólar por libra-peso, queda de 17 pontos. Julho/17 sofreu retração de 19 pontos, com negócios firmados em 16,32 centavos de dólar por libra-peso. Os demais vencimentos também fecharam em baixa.
Londres também finalizou o dia em baixa em todos os vencimentos. No vencimento agosto/17, os preços caíram 2,10 dólares, com negócios fechados em US$ 469,20 a tonelada. Os contratos para outubro/17 desvalorizavam 2,40 dólares, comercializado em US$ 454,20 a tonelada. Os demais lotes fecharam em queda entre 2,10 e 2,70 dólares.
Mercado doméstico
Os preços do açúcar no mercado interno tiveram sua terceira alta consecutiva ontem (24), segundo o índice Cepea/Esalq, da USP. As usinas paulistas negociaram o açúcar cristal em R$ 74,61 a saca de 50 quilos, valorização de 0,99%.
Etanol diário
Os preços do etanol hidratado, medidos pela Esalq/BVMF, voltaram a subir ontem. Os negócios foram firmados em R$ 1.563,50 o metro cúbico, alta de 1,53% no comparativo com os preços praticados na segunda-feira.
 


Fonte: Agência Udop de Notícias