Clipping

Como deve ser feito o controle de plantas daninhas em pós-emergência?

Postado em 22 de Maio de 2019

Durante o 18° Herbishow, a pesquisadora da Embrapa Cerrados, Núbia Maria Correia, abordou o manejo de plantas daninhas em pós-emergência na cana-de-açúcar.

Segundo ela, existem três tipos de pós-emergência: cana brotada e planta daninha emergida; cana brotada e sem planta daninha emergida; ou cana sem brotação e planta daninha emergida.

"Quando realizamos uma aplicação em pré-emergência, não existe preocupação com convivência, pois não haverá cultura no local. Porém, na pós-emergência, em que a aplicação é feita após o plantio ou o corte, temos que ficar atentos aos períodos de aplicação."

A pesquisadora afirma que a aplicação em pós-emergência deve ser feita num período chamado de PAI. Ele ocorre logo após a colheita ou plantio, num momento em que ainda não há pressão da matocompetição. Este período crítico é chamado de PCPI.

"O manejo deve ser feito no final do PAI, sem entrar no PCPI. Lembrando que o produto utilizado deve ter controle efetivo com alto residual, para durar até a fase de sombreamento do solo pela cana-de-açúcar, que agirá como um controle natural."

Com relação às áreas de escape e a dessecação de talhões visando facilitar a colheita mecanizada, Núbia ressalta a importância de um produto altamente seletivo em função da cana-de-açúcar já estar brotada.

"Como solução para as três situações, destaco o Calaris, novo herbicida da Syngenta." O produto traz em sua formulação a inovadora sinergia de dois ativos especialistas, proporcionando alta eficiência no manejo de folhas largas e estreitas, com a maior seletividade do mercado.

 

 


Fonte: CanaOnline