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Comunicado de erro em notícia divulgada

Postado em 22 de Maio de 2020

Nós do Grupo IDEA rastreamos diariamente as principais notícias ligadas ao setor sucroenergético para manter os executivos e players do mercado atualizados com as informações que movem este importante segmento do agronegócio brasileiro. Entretanto como não geramos as notícias, apenas as obtemos de fontes confiáveis da mídia brasileira, sexta passada veiculamos uma notícia incorreta, datada de 2016 sobre o Grupo Coruripe, que distorceu a realidade e passou um cenário diferente da atual situação da empresa.

Por isso viemos até nossos leitores para fazer uma correção na matéria veiculada. O Grupo Coruripe que é um dos mais capitalizados e sólidos do setor, vem apresentando resultados extremamente positivos nos últimos anos e acaba de fazer uma excelente negociação de sua dívida, cujos detalhes podemos ver na notícia abaixo, veiculada por sua assessoria.

Por conta deste engano apresentamos as nossas sinceras desculpas ao Grupo Coruripe e aos nossos leitores.

Esperamos continuar merecendo sua especial atenção

Um abraço.

Dib Nunes Jr - CEO Grupo IDEA

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Usina Coruripe reduz custo da dívida de R$ 1,7 bilhão e amplia prazo de pagamento para cinco anos 

Nesta semana, a Usina Coruripe finalizou o processo de aprovação de um acordo com um sindicato de oito bancos, coordenados por dois membros desse grupo, para a reestruturação da dívida de cerca de R$ 1,7 bilhão. Entre os principais pontos negociados estão o alongamento do fluxo de pagamento de três para cinco anos e a redução de 1% ao ano no custo dos empréstimos, tanto em dólar quanto em real.

O acordo alterou o cronograma de pagamento, sendo 10% da dívida na safra vigente e de 15% em cada uma das próximas quatro safras, com liquidação dos 30% finais em 2025. De acordo com o presidente da Coruripe, Mario Lorencatto, a negociação permitiu à companhia a readequação dos prazos de vencimentos da dívida em relação à projeção da geração de caixa das atividades operacionais. “Teremos um fluxo de caixa mais adequado, com redução de R$ 400 milhões na necessidade de captação na safra atual, e uma estrutura de garantias mais robusta”, afirma.

Ele conta que houve adoção de novo Covenant, com a previsão de melhoria da relação dívida líquida/Ebitda de 3 (em março de 2020) para 2 (em março de 2025). Também foram reestruturadas as garantias, com adição de parte das terras em alienação e ações do Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) em segundo grau. Em relação à governança de Capex anual, foram definidos R$ 600 milhões, sendo R$ 400 milhões destinados à área agrícola e R$ 200 milhões a indústria e outros investimentos. O fluxo de desembolso das parcelas de principais e juros será em setembro, dezembro e março.

Além dessas iniciativas, que colocam a Coruripe em uma posição privilegiada, mesmo em tempos de incertezas, a companhia trabalha em um forte programa de eficiência, que vai garantir aproximadamente R$ 90 milhões em economia, bem como em frentes inovadoras na gestão de fornecedores de cana e automação de processos corporativos. “Nossa empresa se reposicionou em todos os fundamentos nos últimos dois anos e temos recebido o reconhecimento de nossos parceiros de mercado”, afirma Lorencatto.

A companhia fechou a safra 19/20 com recorde de moagem de 14,6 milhões de toneladas e prevê moer mais de 15 milhões de toneladas na safra 20/21. Os bons resultados são motivados por ações estratégicas, que resultaram em ganhos significativos na operação, geração de resultados e adequação de tesouraria. “Entregamos o melhor resultado operacional da história da Coruripe, com Ebitda de R$ 977 milhões, e partimos para a nova safra com a meta de mais destaques positivos.” Estrategicamente, a empresa aumentou a produção de açúcar (para 62% do total) e fixou 94% da safra a um preço médio de R$ 1.478 a tonelada, o que deve garantir Ebitda de R$ 1,025 bilhão e geração líquida de caixa superior a R$ 200 milhões.

Para o etanol, a Coruripe segue com a estratégia de manter mais da metade da produção em estoque para a entressafra, quando poderá vender a preços mais favoráveis. As linhas de financiamento para isso já foram garantidas. Nas vendas atuais, a empresa tem obtido preços acima do orçamento (R$ 1.700/m³) e recentemente fechou três embarques de exportações de etanol a R$ 2.200/m³, valor muito acima do mercado interno brasileiro.

As quatro usinas localizadas em Minas Gerais estão em plena atividade de moagem, com adiantamento em relação ao orçamento e performance acima da safra passada. A unidade de Coruripe (AL) segue os trabalhos normais de reforma e de instalação de uma nova caldeira e da refinaria para a safra corrente. As medidas preventivas para a Covid-19 obedecem as melhores práticas de mercado e as orientações das autoridades, visando preservar a saúde dos colaboradores e continuidade das atividades. O reforço de caixa efetuado pela Coruripe para fazer frente aos tempos de incertezas permitiram também que a empresa mantivesse os empregos e todas as condições salariais dos colaboradores, bem como cumprisse suas obrigações, inclusive antecipando liquidações, reforçando mais uma vez seu compromisso com as pessoas e sua solidez no mercado.

 


Fonte: Assessoria de Imprensa