Clipping

Copersucar conclui certificação no RenovaBio

Postado em 13 de Julho de 2020

A Copersucar, uma das maiores empresas de comercialização de açúcar e etanol do mundo, acaba de concluir a certificação de todas as suas 34 unidade ao programa RenovaBio. Com isso as unidades já estão aptas a gerar até 6 milhões de Créditos de Descarbonização (CBios) por ano. 

O Programa Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) é uma política que estabelece metas nacionais de descarbonização para o setor de combustíveis, de forma a incentivar o aumento da produção e da participação de biocombustíveis na matriz energética de transportes do país. As distribuidoras que comercializam combustível fóssil, em contrapartida às suas emissões poluentes, têm a obrigação de comprar CBios das produtoras de biocombustível certificadas, para contribuir com a redução de gás carbônico.

"Em muitos casos, as empresas já realizaram todas as ações para reduzir a emissão de CO2 na sua produção ou prestação de serviço. Nestes casos, a compra de créditos de carbono pode ser uma boa alternativa de compensação para se tornar carbono zero e contribuir com a diminuição do aquecimento global. Ao produzir o etanol, nossas usinas tem potencial para neutralizar mais 6 milhões de toneladas de CO2, na comparação com a produção e uso do combustível fóssil", comenta Monica Jaén, gerente de Sustentabilidade e Meio Ambiente da Copersucar.

A análise considera todos os efeitos ambientais dos processos agrícolas à fase industrial, passando por dezenas de métodos adotados na produção, como consumo de diesel, área queimada, recolhimento de resíduos agrícolas, uso de enzimas e cogeração de energia elétrica. E para conseguir boas notas no Programa e gerar mais CBios é necessário que cada usina invista em boas práticas de produção e tecnologias mais eficientes para ampliar a produtividade e reduzir a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE).

De 1º de abril de 2019 a 31 de março de 2020, as usinas sócias da Copersucar moeram 87,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, uma evolução de 7,3% em relação à safra anterior, resultado bem acima da região Centro-Sul do Brasil, que cresceu em ritmo menor (+2,9%).


Fonte: Agrolink