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Energia elétrica da biomassa da cana em MG cresce 8% em 2019

Postado em 5 de Março de 2020

O setor sucroenergético de Minas Gerais contribuiu com uma maior geração de energia elétrica renovável da biomassa da cana-de-açúcar em 2019 com um aumento de 8% frente a 2018. Das 34 usinas geradoras no estado, 23 exportaram (comercializaram) ao mercado um volume de 3.128.914 MWh, enquanto em 2018 foi 2.891.860 MWh.

A energia elétrica da biomassa da cana-de-açúcar, ou bioeletricidade, é a segunda fonte mais importante do estado, com um percentual de participação de 6,6%. A hidroeletricidade tem a maior participação, em terceiro lugar vem a térmica a gás e em quarto a energia solar.

O Triângulo Mineiro participa com 70% na geração de energia elétrica da biomassa da cana e teve um crescimento médio de 11% em 2019 comparado com 2018. Um dos fatores que propiciaram esse aumento foi a entrada na cogeração de mais uma unidade o ano passado. O Noroeste vem em segundo lugar com um percentual de participação de 16%.

A expectativa para os próximos anos é do aumento da geração de energia elétrica da biomassa da cana em função da maior quantidade de cana a ser moída - nesta safra (19/20) foram 68 milhões de toneladas - além de mais usinas que irão exportar energia para o mercado.

Sobre a bioeletricidade - A energia elétrica do bagaço de cana é limpa e renovável, feita a partir de resíduos, produzida no período seco nas regiões do Centro-Sul e próxima aos grandes centros urbanos, além de gerar empregos e renda no campo!

 


Fonte: Gerência Comunicação SIAMIG