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Entidades cobram da União resposta sobre pacote de socorro ao etanol

Postado em 19 de Maio de 2020

Apesar da importância do setor sucroenergético para a economia brasileira, o governo federal ainda não se posicionou, oficialmente, sobre o pacote de medidas entregue, mês passado, pelas entidades que fazem parte do setor nacional para socorrer a produção e a comercialização do etanol da cana-de-açúcar.

As propostas apresentadas minimizariam os impactos causados pela redução do consumo do biocombustível no país causado queda do preço do petróleo (em meio à crise entre a Arábia Saudita e a Rússia) e pela pandemia do novo coronavírus.

No documento, que também foi assinado pelo Sindaçúcar-AL, as principais demandas apresentadas foram: redução do valor do PIS/Cofins incidente sobre a comercialização do etanol e a adoção da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre a gasolina, além da criação de uma linha de financiamento para a estocagem de etanol que não venha a ser comercializado.

“A implementação de tais medidas manteriam a competitividade do biocombustível, evitando sérios transtornos em toda a cadeia produtiva, além de compatibilizar a oferta com a demanda decadente”, afirmou o presidente do Sindaçúcar-AL, Pedro Robério Nogueira, lembrando que, a partir deste mês de maio, algumas empresas do setor iniciam os trabalhos de apontamento industrial com vistas a próxima safra da cana.


Fonte: Jornal de Alagoas com informações de assessoria