Clipping

Fenasucro 2017 amplia eventos de conteúdo e deve superar R$ 3 bilhões em negócios

A Feira Internacional de Tecnologia Sucroenergética (Fenasucro) chega à 25ª edição com a expectativa de gerar R$ 3,1 bilhões em negócios na esteira da recuperação do setor produtivo de açúcar e álcool, ante um movimento de R$ 2,9 bilhões no ano passado. Principal evento da indústria canavieira, a feira ocorre de 22 a 25 de agosto, em Sertãozinho (SP).
Este ano a Fenasucro ampliará os eventos de conteúdo, com mais seminários e ainda a realização do 1º Fórum Internacional de Produtores de Agroenergia, com representantes de 18 países.
“Teremos um auditório feito exclusivamente para esse fórum. No total, ampliaremos de quatro pra seis os auditórios e de 200 para 300 horas o tempo com eventos de conteúdo”, disse Paulo Montabone, gerente geral da Fenasucro, durante evento de apresentação da feira, nesta terça, em Ribeirão Preto (SP).
Fernando Fischer, da Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora da Fenasucro, afirmou que o setor sucroenergético é um dos cinco pilares para a maior especializada em grandes feiras. “Estamos muito esperançosos e isso mostra a vontade e o inconformismo que essa indústria tem em fazer o País maior”, afirmou.
Já o presidente do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (Ceise Br), Aparecido Luiz, avaliou que nem mesmo a crise política deve atrapalhar o avanço do setor e os impactos da feira. Ele lembrou que a indústria de base sucroenergética, representada pelo Ceise Br, já conseguiu um tímido avanço no começo de 2017, após anos de crise, com a retomada dos investimentos, cenário que deve persistir ao longo da atual safra de cana. “Independente do que acontece na política, nós continuaremos a trabalhar e a produzir”, afirmou.
Entre os eventos realizados, o 1º Fórum Internacional de Produtores de Agroenergia terá cerca de 500 produtores ligados aos setores de cana e de beterraba, matérias primas para o açúcar. Em 2017, a feira terá quatro rodadas internacionais de negócios com a participação de empresas de 43 países.

Fonte: Estadão Conteúdo