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Mercado S/A: Para as usinas, etanol é melhor do que açúcar

Pela lógica do mercado, o declínio (do açúcar) deve ajudar a reduzir os preços dos combustíveis

O açúcar está na mira dos consumidores da nova era. Como ele é o vilão de inúmeros problemas de saúde, as companhias de alimentos e bebidas estão reduzindo o uso da commodity em seus produtos e apostando em itens mais saudáveis. Resultado: a cotação do açúcar acumula perda de mais de 30% em 2018, chegando ao menor nível na Bolsa de Nova York em 3 anos.

Se isso é péssima notícia para os produtores, para os motoristas pode representar vantagem. Pela lógica do mercado, o declínio deve ajudar a reduzir os preços dos combustíveis. Em vez de produzir alimentos, as usinas (foto) deverão priorizar o etanol, segundo a americana Judith Ganes, chefe da área de commodities da consultoria J. Ganes Consulting, uma das maiores especialistas do mundo na indústria da cana. O sumiço do açúcar também deu lugar a outro tipo de artigo.

“A popularização dos adoçantes se tornou o novo fenômeno do setor de alimentos”, diz a especialista


Os resorts de R$ 1 bilhão

A incorporadora Natos, de Goiânia, vai investir R$ 1 bilhão na Estância Turística de Olímpia, no interior paulista, local que receberá quase 3 milhões de visitantes neste ano. Desse total, R$ 400 milhões foram desembolsados na construção do Olímpia Park Resort e outros R$ 415 milhões no Solar das Águas Park Resort, que será inaugurado em 2020, além de bancar os custos de operação dos dois empreendimentos. O grupo é liderado pelos mesmos empresários que consolidaram o turismo em Rio Quente (GO).

Startup brasileira dá aula de medicina

Uma inovadora tecnologia brasileira está conquistando adeptos no exterior. A plataforma de simulação cirúrgica da startup brasileira Csanmek começou a ser distribuída nos Estados Unidos pela Syndaver Labs e na China pela Beijing General Boom. Segundo a empresa, o sistema utiliza algumas linhas de atlas anatômicos e fisiológicos, incluindo todos os órgãos e sistemas do corpo masculino e feminino, e pode ser usado em cursos de medicina, medicina-veterinária e demais áreas da saúde.


Metade das inovações some sem deixar vestígios

Inovação é fundamental em todas as áreas de negócio, mas não é tudo. Estudo realizado pela consultoria Nielsen, que avaliou dados de lançamentos de produtos de bens de consumo na América Latina entre 2015 e 2017, traz informações surpreendentes sobre a taxa de mortalidade das inovações. Só metade delas sobrevive no mercado após o primeiro ano. No mundo, o índice é ainda pior: 55% desaparecem sem deixar vestígios.


Rapidinhas

A capixaba Fortlev, maior fabricante de caixa d’águas do país, estuda entrar no negócio da geração de energia limpa. A empresa, que não revela detalhes de sua estratégia, já produz em grande escala os chamados biodigestores, um tipo de fossa que filtra a água e transforma resíduos em fertilizantes.


O Facebook não é a única rede social que enfrenta dificuldades. Depois de surgir como uma grande inovação, o Snapchat começa a ficar para trás. No segundo trimestre de 2018, a rede viu o número de usuários encolher 2%, para 188 milhões de pessoas. Embora pequena, a queda sinaliza evidente perda de fôlego.


Maior empresa brasileira de batata frita, com faturamento de R$ 520 milhões, a mineira Bem Brasil investe R$ 250 mil por ano para treinar funcionários para cargos de liderança. Segundo a companhia, é mais barato formar pessoal interno do que ir ao mercado e contratar profissionais sem conexão com a empresa. 

Depois do fiasco da propaganda da Gillette, Neymar e a turma que cuida de sua carreira tomaram decisão radical: até que ele engrene no campeonato francês, ficará longe dos holofotes. Engrenar significa fazer gols, dar assistências, driblar – tudo o que deveria ter feito na Copa.

R$ 14 bilhões

É quanto a Infraero pretende arrecadar com a venda de 49% de seu capital por meio de uma oferta inicial de ações (IPO) ou parceria com sócios estratégicos. O projeto, porém, só será apresentado ao próximo presidente da República 

“Vamos aplicar um boicote contra os produtos eletrônicos americanos. Se os Estados Unidos têm iPhones, há Samsung do outro lado”

Recep Tayyip Erdogan, presidente turco, incomodado com a sobretaxa que o governo de Donald Trump impôs ao aço e alumínio turcos


Fonte: Estado de Minas