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Proteína Harpin permite produtor lidar melhor com o estresse hídrico

Postado em 26 de Junho de 2020

A proteína Harpin é utilizada por mais de 200 produtores

A proteína Harpin é utilizada por mais de 200 produtores, em mais de 20.000 ha tratados com o produto na safra de 2018/2019. Além disso está presente em campos de 42 usinas, que representam uma área cultivada de 1,5 milhão de ha. “Temos também bons e consistentes resultados na cultura da soja, com fortes benefícios no estabelecimento e desenvolvimento dessa cultura, com produção de pelo menos 15% a mais, trazendo um retorno sobre o investimento de até 30 vezes”, conclui Sergio Almeida, gerente de desenvolvimento e regulamentação da Plant Health Care Brasil.

De acordo com as informações divulgadas pela assessoria, na esteira da inovação sustentável proposta pelo novo programa do MAPA, a proteína Harpin estimula o desenvolvimento e a produção das plantas de forma natural, ativando o potencial fisiológico das mesmas, que reagem positivamente a estresses bióticos e abióticos. Elas logo desenvolvem mais e melhores raízes, absorvendo os nutrientes mais eficientemente, crescendo mais fortes, com maior vigor e gerando melhores produtividades. Uma espécie de “vacina” orgânica completa, tecnologia disponível no Brasil com o nome comercial de H2Copla. Merece também destaque o fato de ser um produto orgânico que não deixa resíduo na produção ou no meio ambiente, aonde degrada-se em minutos. Resultado de mais de 20 anos de desenvolvimento e pesquisa, iniciados na Universidade de Cornell (EUA), a partir de proteína hidrolisada secretada por bactérias fitopatogênicas de ocorrência natural no meio ambiente, é produzida pela Plant Health Care (PHC), empresa americana dedicada ao desenvolvimento e comercialização de tecnologias orgânicas de aprimoramento da produtividade agrícola.

Tendo chegado ao Brasil em 2016, acumulou resultados persistentes, visíveis e muitas vezes acima das expectativas nas lavouras de cana-de-açúcar. Demonstra eficiência relevante em produtividade também com culturas de soja, milho, café, citrus, batata, além do trigo, com os primeiros resultados, visíveis e consistentes, em lavouras de Cascavel, Paraná. Recentemente, castigados pelos efeitos das mudanças climáticas, o produtor nacional tem na proteína Harpin uma forte aliada para uma resposta mais do que positiva ao desenvolvimento de suas culturas sob estresse hídrico.

Características disruptivas da proteína Harpin para as lavouras:

- Orgânico e altamente ativo, estimula a fisiologia da planta

- Não penetra na planta e, por isso, não deixa nenhum resíduo na produção

- Sustentável porque, em contato com o meio ambiente, degrada-se em minutos

- Combinado a outras soluções existentes no mercado, entrega ainda melhores resultados

- Maior expressão do potencial produtivo da planta


Fonte: Agrolink