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Qualidades que fazem um herbicida ser ideal para o controle de plantas daninhas nos canaviais

Postado em 8 de Setembro de 2020

Seletividade, longo residual e amplo espectro de controle, fazem do Stone o herbicida certo para o controle de plantas daninhas no canavial

Anualmente, usinas e fornecedores de cana-de-açúcar desembolsam milhões de reais na tentativa de controlar o complexo de plantas daninhas infestantes em suas áreas. Rústicas, agressivas e altamente adaptáveis a diferentes tipos de solo e clima, essas invasoras podem rapidamente dizimar a produtividade de um canavial. Apenas no período úmido do ano, elas chegam a crescer quatro vezes mais rápido do que a cana, podendo reduzir a produção por hectare em até 42%.

Diante desse cenário, os profissionais sucroenergéticos devem estar em constante alerta para defender seus canaviais a fim de atenuar, ao máximo, os prejuízos. Parte essencial do manejo de plantas daninhas são os herbicidas. Atualmente, o segmento possui uma ampla gama de produtos disponíveis, com diferentes formulações e modos de ação. No entanto, é preciso saber qual, como e quando aplicar cada ferramenta. Ser leviano neste momento resultará em baixa eficácia de controle, escapes e, consequentemente, em perda do valor investido e futuras quebras na produção.

No início de setembro, a FMC, líder no mercado de defensivos agrícolas para cana-de-açúcar, participou da 19º edição do Herbishow – Seminário sobre o controle de plantas daninhas. Este ano, o evento, criado pelo Grupo IDEA, foi realizado em formato online devido a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

Durante o 19º Herbishow, a FMC destacou os benefícios do herbicida Stone®, sua solução inovadora para o controle de plantas daninhas na cana-de-açúcar. O gerente de desenvolvimento de mercado da companhia, Leonardo Brusantin, ressaltou que uma das principais características do produto é seu amplo espectro de controle, combatendo com eficácia gramíneas, ciperáceas e folhas largas. Ele entrega também alto residual em plantas daninhas de sementes grandes, como corda-de-viola, mucuna, merremias, mamona e capim-camalote.

Segundo Leonardo Brusantin, uma das principais características do Stone é seu amplo espectro de controle

“Ideal para plantio e soca-úmida, o herbicida da FMC conta com alta seletividade, não somente à cana, mas também às culturas de rotação, como soja, amendoim e crotalária, o que permite sua utilização em sistemas integrados de produção.”

Ao longo do evento, diversos profissionais renomados do setor sucroenergético nacional atestaram a eficácia do herbicida. O professor associado 3, do Departamento de Produção Vegetal da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da Universidade de São Paulo (USP), Pedro Jacob Christoffoleti, destacou três pontos a favor do produto: 1) sua flexibilidade de utilização - podendo ser aplicado pré-emergência inicial ou pós-emergência inicial; 2) sua seletividade, já que o herbicida é passível de ser utilizado em qualquer situação de textura de solo, desde que haja o devido ajuste da dose; e 3) seu espectro de controle, inclusive em Tiririca. “O Stone é com certeza uma opção muito interessante para o manejo de plantas daninhas no período semiúmido e úmido do ano.”

Weber Valério: “A formulação do Stone pode ser considerada como revolucionária, pois ambas as moléculas se complementam e atuam de forma sinérgica”

Consultor da AgroAnalítica, Weber Valério salientou a composição inovadora do Stone, que alia os princípios ativos diuron e sulfentrazone num único produto. “Essa formulação pode ser considerada como revolucionária, pois ambas as moléculas se complementam e atuam de forma sinérgica, ocasionando uma distribuição mais homogênea do herbicida no solo, já que toda a área receberá as mesmas quantidades de cada uma das moléculas.”

Valério afirmou também que a homogeneidade de partículas associada a um balanço ideal em ingredientes inertes confere ao produto excepcional dinâmica em pós-plantio, pós-nivelamento e soqueiras semiúmidas e úmidas, inclusive em áreas com a presença de palha. “O sulfentrazone é liberado da palha com 20mm na faixa de 90%. Já o diuron, que normalmente é liberado em 40%, com o Stone é liberado em 70%, ocasionando mais ingrediente ativo na solução do solo.”

 


Fonte: CanaOnline