Clipping

Raízen investe para reduzir as manutenções corretivas e para que as máquinas só parem durante as manutenções programadas

Gestão focada, uso de tecnologia de ponta e valorização dos profissionais são ingredientes para o sucesso dessa receita

O maior grupo sucroenergético do mundo, conta com 26 unidades produtivas, 860 mil hectares de área agrícola cultivada, produz 73 milhões de toneladas de cana e 98% da colheita é mecanizada. Para tocar isso tudo, são centenas, até milhares de máquinas em movimento, todas programadas para operarem de forma contínua, com excelência e pararem apenas quando a empresa desejar, ou seja, na manutenção programada.

Esse cenário ideal ainda não é a realidade, mas a Raízen investe para isso. Foi o que apresentou o executivo Armando José Dal Bem no 21o Seminário de Mecanização e Produção de Cana, que o Grupo IDEA realizou nos dias 27 e 28 de março em Ribeirão Preto, SP. Dal Bem apresentou a palestra: A evolução de uma oficina mecânica de alto padrão para otimizar a administração e o atendimento às operações de campo.

O profissional destacou a gestão de manutenção desenvolvida pela empresa, que trabalha para chegar ao índice zero de manutenção corretiva, valorizando a manutenção preditiva. O foco da Raízen é que a máquina pare apenas quando querem que pare, ou seja, no período de manutenção programada.

Para alcançar o seu objetivo, além do investimento em tecnologia, Dal Bem salientou a importância de cuidar das pessoas, qualificar, treinar, incentivar, valorizar as pessoas. “Se a equipe não tiver envolvida, comprometida, não chegaremos ao resultado programado.”

Confira nas imagens o processo que a Raízen adota em relação a manutenção, que já reduziu em 5% o custo com colhedoras.

 
 
 
 

 

 

 


Fonte: Cana Online