Clipping

Rompendo as barreiras da produtividade

Postado em 15 de Outubro de 2019

Do campo chega uma grande novidade. Mais precisamente das lavouras atendidas pela Coplacana, a primeira cooperativa de plantadores de cana do estado de São Paulo, fundada em 1948, que oferece insumos e serviço de assistência a produtores dos estados de  São Paulo, Paraná, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul 

Uma história que começou aqui no Brasil há 3 anos. Após anos ouvindo menções à possível inovação que a proteína Harpin poderia trazer ao universo AGRO, o engenheiro agrônomo, Rodrigo de Miranda, convenceu a empresa americana, que tem a patente da tecnologia, a testá-la na prática em um dos maiores mercados agrícolas do mundo, o agronegócio brasileiro. Com muita Fé, e ciência, bagagem indivisível de sua pessoa, no dia 1º de setembro de 2016, ele foi para o campo e pulverizou, pessoalmente, a proteína Harpin sobre quatro campos de cana-de-açúcar, na região de Piracicaba. Em 60 dias, viu o resultado. Desde então, vem construindo uma nova história para o campo. Preenchida por um respeito maior à planta, ao solo e ao meio ambiente. Isso porque a tecnologia aplicada, desenvolvida a partir da proteína Harpin, estimula o desenvolvimento e a produção de plantas de forma sustentável, ativando o potencial fisiológico das mesmas. É um elicitor que permite que a planta se desenvolva fisiologicamente e prepare-se para passar por grande estresse. Com isso ela desenvolve suas raízes mais profundas, absorvendo mais e melhor os nutrientes, crescendo mais forte, com maior amplitude e resistência, gerando melhores produtividades. É como se a planta recebesse um cuidado especial permitindo desenvolver-se mesmo em condições adversas. Uma vacina orgânica completa, desenvolvida pela Plant Health Care.

Mas essa história começou há muitos anos atrás. Resultado de mais de 20 anos de desenvolvimento e pesquisa, iniciados na Universidade de Cornell (EUA), pelo cientista e hoje Vice-Presidente de Tecnologias da PHC PhD., Zhongmin Wei, que criou um produto a partir de proteína hidrolizada secretada por bactérias fitopatogênicas de ocorrência natural no meio ambiente. Em 1992, os estudos sobre a proteína Harpin foram divulgados na capa de uma das mais importantes publicações internacionais científicas, a Revista Science. Em 1995, nasceu a Plant Health Care (PHC) que atua globalmente, dedicada ao desenvolvimento e comercialização de tecnologias que melhoram a produção agrícola. Hoje, os benefícios do uso da proteína Harpin podem ser vistos em todo o tipo de lavouras ao redor do mundo. Das maçãs Gala de Lerida, na Espanha, aos morangos californianos, das laranjas da Flórida às plantações europeias de oliveiras ou às de macadâmia da África do Sul. Agora no Brasil também, com resultados consistentes, visíveis e muitas vezes acima das expectativas, como entre os cooperados da Coplacana. Em um ano de estiagem, a rentabilidade das lavouras de cana-de-açúcar com a proteína Harpin alcançou excelente resultado. “Avaliamos que a cana se revigorou como se estivesse no corte anterior. Nunca vimos uma intensidade igual ou parecida. Mesmo diante dos problemas climáticos, aumentamos em 20% o ganho de produtividade”, revela Gilmar Morais, supervisor agrícola da Usina Furlan. “Enquanto a média normal de produtividade seria de 92 toneladas/hectare, com aplicação do produto o resultado saltou para 110 toneladas/hectare.”

Para o produtor Odair Novelo, de Piracicaba, a produção por hectare aumentou de 70 para 90 toneladas. “Notamos um diferencial grande na lavoura. A produtividade surpreendeu por que vimos a diferença no visual, com a vegetação maior, mais verde e sentindo menos o stress hídrico. Realmente a planta fica mais resistente”, relata Novelo. “Os resultados positivos ajudam muito na brotação. Começamos a colocar em 2 hectares. Hoje temos mais de 1.000 hectares e pretendemos aumentar essa área.”

De acordo com as avaliações realizadas, biometrias e também colheitas comerciais, pode-se concluir que houve um incremento significativo de produtividade dos canaviais, em média superior a 23% de TCH (tonelada de cana por hectare) e TAH (tonelada de açúcar por hectare), o que demonstra a viabilidade agronômica e econômica da tecnologia. “O produto pode ser utilizado em todas as culturas. Nunca deu resultado negativo no Brasil. Apenas 30 minutos após a aplicação, a planta já recebeu a mensagem e em 24 horas, toda a planta estará fisiologicamente preparando-se para explorar todo seu potencial natural”, explica Rodrigo de Miranda, diretor Brasil da Plant Health Care.

“É um produto que eleva a produtividade das lavouras. Nosso maior objetivo é sempre trazer para os cooperados algo que torne a cultura mais rentável. O produto não tem resultado apenas no primeiro corte. Os resultados obtidos até aqui tornam as culturas muito mais rentáveis”, completa Arnaldo Antonio Bortoletto, presidente da Coplacana.

 

Características disruptivas da proteína Harpin para as lavouras:

Orgânico e altamente ativo, estimula a fisiologia da planta

Não penetra na planta e, por isso, não deixa nenhum resíduo na produção

Sustentável porque, em contato com o meio ambiente, degrada-se em minutos

Combinado a outras soluções existentes no mercado, entrega ainda melhores resultados

Maior expressão do potencial produtivo da planta

 

 

Sobre a Plant Health Care

A Plant Health Care é fornecedora líder de novos produtos biológicos protegidos por patentes para os mercados agrícolas globais. As ações ordinárias da Companhia estão cotadas no Alternative Investment Market (“AIM”) da London Stock Exchange desde julho de 2004. A Plant Health Care tem alcance global por meio de subsidiárias operacionais e acordos de fornecimento com os principais parceiros do setor. Para mais informações, visite:

www.planthealthcare.com

 


Fonte: Plant Health Care