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Sindipetróleo esclarece queda no preço de etanol em alguns postos no Mato Grosso

O consumidor na baixada cuiabana tem se deparado com uma expressiva queda nos preços dos combustíveis nas bombas, principalmente no etanol, custando menos do que o visto ao longo do ano do ano. Alguns postos chegam a vender o litro abaixo dos R$ 2. O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo em Mato Grosso - Sindipetróleo- explicou, hoje, que "isso decorre de promoções praticadas por algumas distribuidoras, independentemente de oscilações nas usinas de etanol, onde os preços se mantêm sem grandes alterações desde agosto".

"Como o mercado é livre e extremamente sensível a preço, alguns postos seguem a redução das distribuidoras e outros, para não perder clientes, mesmo não tendo a mesma condição de compra, vendem o combustível a preços próximos aos dos concorrentes, ainda que isso implique na possibilidade de desequilibrar o seu caixa. Como os preços de bomba ficam muito semelhantes aos preços de compra junto às distribuidoras, acabam por afetar a sustentabilidade do negócio. Porém, cabe a cada revendedor definir sua estratégia", diz o sindicato.

Como já aconteceu em outras capitais, em razão da temporariedade é possível que os atuais preços mais baixos verificados na revenda do etanol retornem ao valor comum. "Então, é necessário que o consumidor, o Ministério Público e Órgãos de fiscalizadores de preços, também saibam que, caso isto aconteça, é natural que os postos também acompanhem a decisão das distribuidoras. Desta forma, não cabe como erroneamente e comumente acontece, eleger o revendedor como vilão da história, uma vez que essa precificação para cima ou para baixo é exclusivamente de responsabilidade das distribuidoras. Ainda assim, é fato que, a decisão é independente e de cada agente deste mercado. A estratégia é de cada um. De qualquer maneira, o fato mostra um amadurecimento do segmento de revenda que, através da livre concorrência beneficia o consumidor, possibilitando acesso aos combustíveis com valores promocionais", conclui o Sindipetróleo.

 
 

Fonte: Só Notícias