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Usina Coruripe é eleita, pelo Guia Exame, a empresa mais sustentável do setor de agronegócio

Postado em 18 de Novembro de 2019

Pela segunda vez consecutiva, a Usina Coruripe, maior produtora de açúcar e etanol nas regiões Norte e Nordeste, foi eleita a empresa mais sustentável do setor de agronegócio no país. A implantação do programa Zero Acidente Sempre, que resultou em queda expressiva de 95% no número de acidentes com afastamento nos últimos cinco anos, (passando de 409 por ano, na safra 2012/2013, para apenas 19 ao fim da safra 2018/2019), foi um dos destaques do Guia Exame de Sustentabilidade 2019.

Reconhecida publicação nacional sobre práticas empresariais nas áreas de sustentabilidade, meio ambiente e responsabilidade social, a edição deste ano do guia avaliou ações, processos e condutas de 210 empresas participantes. A análise se dá de acordo com os temas geral, econômico, ambiental e social.

“Ser reconhecida como a empresa mais sustentável do Brasil no nosso segmento, mais uma vez, é uma honra e confirma que estamos atuando com respeito ao meio ambiente e aos recursos naturais. Além disso, nossa gestão é focada no bem-estar, saúde e segurança dos nossos colaboradores. Essa premiação confirma que a sustentabilidade é um dos principais legados que queremos transmitir para a sociedade e que a nossa preocupação com as pessoas é o que move a empresa, proporcionando alcançar excelentes resultados operacionais”, explica o presidente da Usina Coruripe, Mario Luiz Lorencatto. 

 Sobre o Zero Acidente Sempre

O programa “Zero Acidente Sempre” foi desenvolvido pela Usina Coruripe em 2014. Uma parceria com a DuPont Brasil foi estabelecida para traçar as melhores estratégias para obter êxito nos resultados. A empresa realizou um amplo trabalho de mudança no comportamento dos colaboradores, buscando promover atitudes seguras e preparando as lideranças para ajudar as equipes.

Mesmo com o aumento de moagem ocorrido nos últimos, a empresa tem reduzido de forma consistente o número de acidentes com afastamento nas usinas localizadas em Minas Gerais e Alagoas. Por meio do programa, houve uma economia de cerca de R$ 30 milhões em custos com afastamentos e danos materiais.

 


Fonte: Assessoria - retirado do Portal SIAMIG